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A inadimplência (número de registros incluídos no SPC BRASIL - maior entidade e banco de dados da América Latina) - apresentou queda de -5,88% no mês de setembro de 2009, em relação a agosto. Se comparada a setembro de 2008, foi verificada queda de -3,85%. No acumulado do ano, a inadimplência teve variação negativa de -12,01%%. Os resultados favoráveis estão associados a vários fatores. No comparativo com agosto, devem-se ao aumento do emprego e da renda real do trabalhador, assim como à injeção de novos recursos na economia com a restituição do imposto de Renda.
A queda da taxa básica de juros (Selic) continua determinante para a redução da inadimplência,apesar de setembro tradicionalmente apresentar baixo volume de vendas. Por isso, o número de consultas para compras a prazo e pagamentos em cheque teve quedas de (-4,04%) em relação a agosto e a setembro de 2008 (-2,23%). Mas aumentou (+2,57%) no acumulado do ano. O volume de cancelamento de registros (pessoas que regularizam seus débitos junto ao SPC BRASIL) também teve queda de -0,57% em relação a agosto. Mas não é considerado ruim, porque está confrontado com o bom resultado de agosto. As mulheres continuam no topo da inadimplência (56,01% dos devedores, contra 43,99% de homens).
PESQUISA
O Indicador CNDL/SPC Brasil de Vendas e Inadimplência é apurado com base na média de consultas ao banco de dados em todos os Estados do País e no Distrito Federal. Atualmente, o cadastro de consumidores conta com aproximadamente 150 milhões de CPFs (Cadastro de Pessoas Físicas), dentre os quais existem pessoas com débitos e também aquelas que apenas foram consultadas, mas que encontram-se em dia com os seus compromissos financeiros.
O Indicador CNDL/SPC Brasil de Vendas e Inadimplência tem como principal objetivo medir a variação do volume de consultas, tanto de vendas, quanto de recuperação de crédito, em períodos pré-determinados. O público-alvo desta pesquisa é amplo. Abrange não apenas os comerciantes, mas empresários de todos os setores da economia, interessados em auferir com segurança a situação das vendas, recuperação e/ou agravamento da crise econômica, risco de crédito, aumento da inadimplência, elevação do número de consultas e arrefecimento da poupança.
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